NAS VEIAS: DEPENDÊNCIA ESFEROGRÁFICA

01.07.2008

EU VIVO

 

Sou a que renasce quando em família. Reencontrá-los é reatar os laços que em riso, lágrima ou perda jamais serão desfeitos.
Sou a que adora ventos de inverno. Eu vivo para o amor, para a descoberta, para o descobrimento. Eu aprendo, em cada pássaro que se aproxima, que não se perde termpo: se acrescenta sentimento, sensibilidade. Que coisas pequenas colorem a vida, e que só tem valor a vida quando descobrimos que na verdade, estas é que são as grandes. Sou aquela que muito ri, muito ama e pouquíssimo não vive. Meus gestos tornam-me a que abraça, chora. A que olha - nem sempre com olhos abertos e sonha - nem sempre de olhos fechados.

 

 


Escrito por Heloisa Rech às 19:19
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